A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus.

domingo, 14 de junho de 2015

O ELIAS PARA A ERA DE LAODICEIA!

WILLIAM MARRION BRANHAM É O ELIAS PARA A ERA DE LAODICEIA!

 


(Você poderia me perguntar. "Onde esta o nome dele na bíblia?" Eu te diria. "João Batista também foi Elias!!! A bíblia muitas vezes não se refere ao nome do individuo, e sim ao seu ministério." Como saber se um profeta é verdadeiro??? Olhe os sinais e as obras que Deus faz através dele.
Os dons de Deus são dados por eleição ou predestinação, Eliseu, que se encontrava trabalhando no campo quando Elias lançou sobre ele seu manto; e de Jeremias, de quem o Senhor disse: “Antes que te formasse no ventre, te conheci, e antes que saísse da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta.”Jeremias 1:5. Paulo, o profeta e apóstolo dos gentios na primeira era da igreja, tão pouco estava pleiteando esse ministério quando se encontrou com o Senhor no caminho de Damasco. Mas Deus o havia escolhido desde o ventre de sua mãe para este trabalho: “Mas quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela Sua graça”(Gálatas 1:15).
Então os dons de Deus são preordenados. Quanto ao homem de Deus vindicado como profeta mensageiro para esta era, ele não teve que fazer nada para obter este ministério. Tudo foi pela graça e eleição de Deus.
O ministério do irmão William Marrion Branham caracterizou-se por sua fidelidade à Palavra de Deus, pela sua humildade e amor. Sua meta foi agradar ao Senhor e viver para os demais. O irmão Branham nasceu no estado de Kentucky, Estados Unidos da América, em uma cabana humilde, em abril de 1909. Ele foi o primogênito de um casal muito pobre. E na noite de seu nascimento, uma coluna de luz penetrou pela janela e pousou em sua cabeça. Ninguém pensou sobre o significado daquela luz misteriosa. Desde sua mais tenra infância, ele teve visões que se cumpriram cabalmente. Quando tinha sete anos, enquanto carregava água para seu pai, espantou-se com um forte ruído de um vento que procedia de uma árvore sob a qual descansava. Quando ele olhou para ver a origem daquele ruído, observou um redemoinho na copa daquela árvore de onde procederam estas palavras: “Não fumes, não bebas, não contamine teu corpo, porque eu tenho uma obra para ti, quanto tu fores mais velho.” Sendo uma criança, se atemorizou e fugiu para se esconder nos braços de sua mãe, a qual creu que o menino estava estressado. O irmão Branham nunca pôde fumar, beber, nem fazer coisa alguma que desonrasse seu corpo, porque toda vez que procurou fazer isto, se manifestava aquele vento forte com aquele ruído que havia ouvido naquela árvore.
Algumas semanas depois disto, enquanto brincava com seu irmão, teve uma visão da construção de uma ponte sobre o rio Ohio, onde ele viu enquanto a construíam, uma parte da ponte caiu e matou vários operários. Vinte e dois anos depois, esta visão teve seu perfeito cumprimento enquanto construíam a ponte sobre o rio Ohio.
Mas, naquele tempo, o irmão Branham não entendia que Deus estava lidando com ele. Portanto, diante da pressão de seus amigos e familiares inconversos, que ele procurava agradar, mas todos os seus esforços fracassaram, porque aquele som peculiar de um forte vento e a presença de um ser que ele não via sempre impediram suas intenções.
A vida do irmão Branham transcorreu normalmente por muitos anos até que uma enfermidade por pouco não o matou. E quando ele estava pronto para ser operado, pensou que havia chegado o fim de sua carreira, mas ali teve novas visões, e ouviu de novo a voz do Senhor que lhe chamava. Nesta ocasião, prometeu a Deus que se lhe concedesse viver, ele pregaria o evangelho em todos os lugares. O irmão Branham disse que depois disso se sentiu tão bem como nunca tinha sentido.
Cumprindo sua promessa, começou a buscar a Deus com a única finalidade de servir-Lhe e ser-Lhe fiel, até que um dia a luz da salvação brilhou nele, produzindo um grande gozo ao experimentar o perdão de seus pecados. Pouco depois ele experimentou o batismo do Espírito Santo. Esta experiência, diz o irmão Branham que sentiu como uma chuva que caía sobre ele e penetrava em todo o seu ser. Logo encontrou companheirismo com os missionários batistas, onde não demorou muito, foi ordenado para pregar o evangelho. Teve muito êxito em suas reuniões e muitas pessoas chegaram a conhecer a Cristo através de suas pregações.
Em 11 de junho de 1933, quando o irmão Branham batizava alguns conversos no rio Ohio, diante de uma multidão de quatro mil pessoas, aconteceu um fenômeno extraordinário: apareceu no céu uma luz brilhante com um ruído de um vento forte, sendo audível a todos os que estavam presentes. Essa estranha luz pousou sobre o irmão Branham à vista de todos, e muitas pessoas caíram de joelhos, clamando a Deus, outros gritavam e corriam assustadas. Daquela Coluna de Fogo se ouviu uma voz que disse: “Como João Batista foi enviado como precursor da Primeira Vinda de Cristo, tu tens sido enviado como precursor da Segunda Vinda.” Isto não foi algo provocado ou produzido pelo irmão Branham e por nenhum outro ser humano, senão pela perfeita expressão da vontade e eleição divinas. Lembremo-nos que Deus não muda: se teve um mensageiro para preparar o povo antes de Sua Primeira Vinda, sem dúvida que terá que enviar outro que preparará Seu povo antes de Sua Segunda Vinda.
Isto é exatamente o que fez o irmão Branham. Sua mensagem tem trazido impacto sobre a semente predestinada no mundo inteiro, tem convertido o coração do povo a Deus e à pureza da Palavra, e os tem separado de todo o costume pagão e das interpretações humanas. Em resumo, a mensagem do irmão Branham tem levado o verdadeiro povo de Deus, no mundo inteiro, à unidade da fé, preparando–os desta forma para a Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo.
No mesmo ano de 1933, o irmão Branham teve várias visões de caráter mundial que deveriam se cumprir antes da vinda do Senhor. Entre elas, viu o ditador Benito Mussolini invadindo a Etiópia, e como esta nação caiu sob o seu domínio. Também lhe foi mostrado o trágico fim deste ditador. Também viu a Alemanha liderada por Hitler levando o mundo à Segunda Guerra. E viu a América entrando na guerra como também viu muitos soldados americanos morrendo na famosa linha Sigfrield. Também contemplou a derrota de Hitler, o qual teria um fim misterioso. Também viu se levantar três ismos: o fascismo, o nazismo e o comunismo, sendo os dois primeiros reduzidos a nada, permanecendo somente o comunismo. Outra visão mostrou os tremendos avanços científicos e tecnológicos, que teriam lugar logo após a Grande Guerra. Em outra visão lhe foi mostrada a decadência moral da mulher e a forma imoral que esta chegaria em seu modo de vestir-se. Exatamente como agora vemos nas revistas e publicações onde aparecem suas fotografias imorais. Também lhe foi mostrado uma bela mulher, porém cruel (e ele escreveu: possivelmente a igreja Católica). E a última visão mostrou a América feita em escombros e crateras pela Rússia. Quando o irmão Branham manifestou estas visões publicamente, alguns ministros batistas quiseram persuadir-lhe para que não as publicasse, porque eles pensaram que não eram inspiradas por Deus, portanto o não cumprimento das mesmas traria desprezo ao Evangelho. Mas seis destas visões têm se cumprido. E a igreja católica está em ascensão na América, restando assim apenas o cumprimento da última visão: a destruição da América.
O irmão Branham não entendia muitos fenômenos que aconteciam ao redor de sua vida, até que no dia sete de maio de 1946, quando ele regressava de seu trabalho (porque ele também trabalhava como guarda florestal), sentiu o ruído de um forte vento na copa de uma árvore junto a sua casa. E isto produziu um efeito tão grande que a esposa teve que socorrê-lo. Ela pensou que ele havia ficado doente repentinamente, mas quando ele se normalizou, contou o que havia acontecido. Foi nesta ocasião que o irmão Branham decidiu buscar no Senhor uma resposta definitiva sobre estes acontecimentos estranhos. Deixou sua esposa e filhos e se foi a um lugar isolado com o firme propósito de não regressar até que tivesse de Deus a resposta. Orou intensamente, fazendo um exame minucioso de sua vida, pedindo a Deus que o perdoasse em tudo aquilo que ele havia Lhe ofendido. Quando havia derramado seu coração diante de Deus em sincera oração, levantou-se esperando pela resposta divina. Era como onze da noite quando ele viu uma luz que entrava naquele lugar onde ele se encontrava orando. Ele pensou primeiramente que fosse alguém que vinha alumiando com uma lanterna, mas se assombrou porque não viu nada. E aquela luz se intensificou até parecer uma bola de fogo que alumiava sobre o piso. De repente ouviu passos de alguém que vinha em seu encontro. Ele ficou com medo, porque sabia que não havia ninguém naquela região. O irmão Branham viu perfeitamente este personagem que se apresentou dizendo-lhe:“Não temas, eu sou enviado da presença do Deus Todo-Poderoso, para dizer que sua vida extraordinária e teus modos peculiares têm sido para indicar que Deus te tem enviado para que leves um dom de cura para o mundo. E se tu fores sincero e fizer com que as pessoas creiam em ti, nada será obstáculo a tua oração, nem mesmo o câncer.”
Ali mesmo ele recebeu a comissão de ir a todo mundo com este ministério de cura divina, com dois sinais que lhe foram dados. Um para levantar a fé do povo, e o outro, um sinal para mostrar a Segunda Vinda do Senhor. O primeiro sinal consistia em conhecer as enfermidades do povo através de vibrações em sua mão esquerda. Milhares e milhares de pessoas conheceram e experimentaram a vindicação desse sinal. Bastava que o irmão Branham tomasse uma pessoa pela mão para saber se estava enferma, e que classe de enfermidade tinha. Com este ministério o irmão Branham foi chamado a ir a muitos lugares, e realizou campanhas por toda a América do Norte e por diferentes partes do mundo. Chegou a realizar campanhas que reuniram mais de trezentas mil pessoas. Mais tarde teve outro sinal com o qual podia discernir os pensamentos e as intenções do coração.
O irmão Branham pregava a Palavra e depois chamava os enfermos para orar por eles. Um dos casos mais extraordinários de seu ministério sucedeu em Durban, cidade da África do Sul, onde levaram um homem deformado que não podia ficar de pé, o mesmo caminhava como um animal, usando as mãos e pés. E algumas pessoas ganhavam a vida exibindo-o como um exemplar de curiosidade. O conduziam como um animal através de uma corrente em volta de seu pescoço. Quando este homem foi à campanha, em busca de oração, Deus mostrou em visão ao irmão Branham que ele seria curado. Isto deu oportunidade ao irmão Branham para que desafiasse todos os líderes religiosos, como Elias fez ali no monte Carmelo, chamando-os publicamente à plataforma para que provasse o poder de seus deuses e suas religiões fazendo com que aquele homem fosse curado. Ninguém se atreveu a aceitar o desafio, portanto, o irmão Branham perguntou ao povo se eles estariam dispostos a deixar seus deuses, que não eram capazes de curar aquele homem, e que recebessem o Senhor Jesus Cristo como Deus vivo e verdadeiro, se Ele curasse aquele homem. O povo respondeu que o faria. Imediatamente, o irmão Branham mandou trazer o inválido, orou publicamente pedindo que Deus provasse que Ele era o único e verdadeiro Deus. Tão logo o irmão Branham orou pelo homem, ele se levantou tal como o Senhor lhe havia mostrado na visão. Aquilo foi um espetáculo tremendo, as pessoas louvaram a Deus por esta obra. Este homem era conhecido por todo o povo. Calcula-se que trinta mil pessoas aceitaram a Cristo como seu Salvador nessa reunião.
Quando a campanha terminou, o prefeito da cidade encabeçou uma caravana na qual iam sete caminhões cheios de todos os tipos de aparelhos conhecidos para inválidos, tais como muletas, bengalas, cadeiras de rodas, aparelhos ortopédicos, macas e demais instrumentos dos quais se valem os deficientes físicos para caminhar.
Na cidade de Bombaim, na Índia, vieram cerca de quatrocentas mil pessoas ouvir o irmão Branham, e este ao ver seus muitos deuses e práticas pagãs, lhes falou como Paulo fez com os atenienses. E ali também desafiou os líderes e representantes, da mesma forma como ele havia feito na África do Sul. Mostrou-lhes a impotência dos seus deuses e a nulidade de suas religiões. Ele tomou o mendigo mais conhecido da cidade, que havia ficado cego de tanto olhar para o sol, adorando-o, e o irmão Branham, por revelação, chegou a conhecer todos os detalhes concernentes à vida e enfermidade deste homem, e o povo assombrou-se quando ele revelou as características deste mendigo. Mais assombrados ficaram quando o irmão Branham desafiou os líderes de dezenas de seitas religiosas que estavam ali, convidando-os para que orassem a seus deuses pela cura deste pobre cego. Considerando que nenhum deles aceitou o desafio, ele disse: “Os líderes e sacerdotes de religiões representadas aqui têm recusado vir em nome de seus deuses a orar por este pobre cego, mas eu tenho vindo a vocês no Nome do Senhor Jesus Cristo. Ao recusar o convite, eles têm provado que seus deuses não podem curá-lo. mas eu acredito que o Deus no qual eu creio, sim, Ele pode curá-lo. Agora, se este homem receber sua cura quando eu orar ao meu Deus, vocês me prometem abandonar seus deuses mortos e impotentes?” A multidão concordou que assim o faria. Então o profeta tomou o homem e orou por ele, pedindo ao Senhor Jesus Cristo que glorificasse Seu Nome e provasse diante daquele povo que Ele era o Deus vivo e verdadeiro. Naquele momento, o homem começou a gritar dizendo que via. E provava com suas ações. Isto causou uma comoção tal no povo que estes avançaram procurando tocar no irmão Branham para serem curados.
Tantos são os milagres e maravilhas que Deus fez por meio do irmão Branham que se necessitaria de milhares de escritos como este para poder relatar todos eles. Mas a coisa mais importante com o profeta desta era foi que a Coluna de Fogo que esteve com Moisés no deserto e apareceu a Paulo no caminho de Damasco simplesmente acompanhou seu ministério.



Na cidade de Houston, Texas, EUA, em janeiro de 1950, quando o irmão Branham realizava uma de suas reuniões, Deus permitiu que essa luz, que sempre o acompanhava, fosse fotografada (foto ao lado). Isto aconteceu quando um ministro de outra fé se opôs às reuniões que o irmão Branham realizava, e procurando negar a cura divina, lançou publicamente um desafio sobre isto. Um irmão, que acompanhava o profeta, aceitou o desafio, e estabeleceram as condições. E este ministro desafiante contratou dois fotógrafos para que fotografassem os incidentes do desafio, para logo mostrar em sua revista de publicidade a sua suposta vitória sobre o profeta e seus ensinamentos. Durante o debate, as fotos foram tiradas sem que se notasse nada de estranho, mas quando essas fotografias foram ao laboratório para revelar o filme, encontraram que nenhuma das exposições ficou boa, ou seja, todas as fotografias se perderam exceto uma que havia sido tirada do irmão Branham depois do debate. Essa fotografia mostrava a Coluna de Fogo sobre a cabeça do irmão Branham, e por ser uma coisa rara, essa fotografia foi submetida a toda classe de provas; e o governo norte americano, na pessoa do Dr. George Lacy, que nessa ocasião era chefe do laboratório do FBI, declarou que se tratava de uma fotografia genuína com um fenômeno sobrenatural. Isto foi uma confirmação pública da parte do Senhor ao seu servo, o profeta, que sempre dizia que a luz de Deus o acompanhava desde sua infância, e que estava ali em suas reuniões.
Esta é a mesma luz que apareceu no ano de 1933, no rio Ohio e a mesma que lhe mostrou os sinais e ministério em 1946. Esta é a mesma luz que acompanhou Moisés no deserto quando tirou Israel do Egito, e a mesma que apareceu a Paulo no caminho de Damasco quando ficou cego. Esta luz é o mesmo Senhor da Glória, o mesmo ontem, hoje e através dos séculos (Hebreus 13:8) porque Ele é luz.
Essa fotografia tem sido vista por milhões de pessoas e está em milhares de lares como uma testemunha da verdade que Deus tem enviado um profeta nesta última era com uma mensagem para seu povo. Não somente há milhares que ignoram isto, senão também há os que resistem e o combatem. Mas isto não anula a verdade de Deus, porque Ele tem prometido um profeta para esta era, e Ele o tem enviado e o tem confirmado com Sua presença. A semente predestinada tem recebido a mensagem do profeta e está fazendo a vontade de Deus. “Disseram-lhe, pois: Que faremos para executarmos as obras de Deus? Jesus respondeu e disse-lhes: A obra de Deus é esta: que creias naquele que Ele enviou” (São João 6:28-29).